O Boom da Economia da Recorrência

Num mundo cada vez mais veloz e dinâmico, nenhum ramo ou setor parece estar imune a mudanças e revoluções, e com a economia não poderia ser diferente.

Dentre estes conceitos está o da economia da recorrência. Em poucas palavras, ela poderia ser definida assim: modelo de negócios que se baseia na oferta de um serviço, e não na compra de uma propriedade; nele, clientes se tornam assinantes e renovam seu compromisso com a empresa de forma simples e prática periodicamente.

Um clássico case de sucesso desta nova forma de relacionamento entre empreendedores e consumidores é o Netflix, serviço apontado como um dos principais responsáveis pelo “sepultamento” das clássicas video-locadoras ao oferecer um grande acervo de filmes por um preço fixo.

Engana-se, porém, quem pensa que a economia da recorrência é um advento jovem ou uma novidade recém-lançada que corre o risco de desaparecer num futuro próximo. Há mais de cem anos, pessoas já recebiam pão e leite em suas casas diariamente e, para isso, pagavam um valor mensal preestabelecido pelos padeiros e leiteiros da cidade.

Este serviço clássico ganhou contornos modernos ainda na década de 2000 através de empresas SaaS (Sotfware as a Service) que ofereciam aos clientes a possibilidade de utilizar de seus softwares mediante o pagamento de uma assinatura, ou seja, sem precisar arcar com os custos de licença e, em contrapartida, sem gozar da posse do software em questão.

 

Conheça o infográfico que mostra a grande adoção desse modelo de negócio:

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